sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Falar de amor ainda é uma solução

Somos filhos de uma maioria "materialmente pobre" e proles das minorias excluídas. Somos a dualidade que sofre as penalidades de um mundo injusto, egoísta e ameaçador. Aqui somos os pobres, os negros, os gays, as mulheres vitimas do machismo, os moradores de ruas, os portadores de necessidades especiais, chamados de deficientes. Aqui nos olham com desprezo, raiva ininteligível, ignorância desumana e falta de amor. Sofremos preconceitos por nossa condição humana, mesmo sem termos culpa de termos nascidos assim. Entretanto, quanto mais o mundo nos bate, nos ignora, nos humilha e nos ameaça, mais nós distribuiremos AMOR, pois ele é a nossa melhor qualidade. O AMOR nos mantêm vivos, pois sabemos que só com ele poderemos construir um mundo melhor, mais justo e mais humano.