sábado, 22 de setembro de 2018

Conversando outro dia com um colega sobre algumas questões de gênero, ele solicitou minha opinião a respeito desse tema, mas que eu o fizesse de modo direto e sem complexidade. 

Pois bem, assim o fiz e lhe disse: quando eu era garoto, ao assistir filmes de ação ou de lutas eu tinha dificuldades em aceitar o protagonismo de uma mulher como heroína, pois eu não achava lógico que uma mulher pudesse salvar o mundo ou bater e vencer vários homens, afinal, esse papel (em minha mente) só cabia aos personagens masculinos. 

Fazendo uma análise eu entendo o motivo, afinal, a sociedade (indiretamente e diretamente) me mostrava um mundo onde o papel principal deveria caber ao homem e eu acabava absorvendo isso como normal. 

Com o passar do tempo, veio a experiencia, as leituras, e, sobretudo, o convívio com mulheres fantásticas. Tudo isso me fez chegar a uma conclusão. As mulheres são seres plenamente superiores aos homens em todos os sentidos. São emocionalmente mais inteligentes, suportam a dor de modo diferenciado, são mais organizadas, mais afetuosas e conseguem resolver as dificuldades e os conflitos de modo holístico, mais humano, racional e sobretudo, mais amoroso. 

Então, sem sombra de dúvidas eu as considero muito mais superiores e na questão do gênero em si, são seres muito mais evoluídos e respeito muito isso. 

Kico Seridó

quarta-feira, 22 de agosto de 2018


A liberdade acontece quando deixo de comparar o que sou ou tenho com o que as pessoas ao meu redor têm ou são. Cada um deve saber a medida do que lhe é essencial, prazeroso e imaterial. Seja sempre grato pelo que se tem, tire o peso das coisas e relações superficiais de sua vida e passe a experimentar a leveza de uma vida plena, simples e mais feliz. 

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

O “bon-vivant” experimenta sua própria vida com simplicidade, humildade e respeito aos outros. Não troca sua “solidão” por algo que nada lhe acrescenta; não perde tempo com guerras inúteis. Constrói pontes sociais; sempre tem uma palavra de afeto e quase nunca faz uso da crítica a uma pessoa especifica. O exercício do bem viver está em carregar apenas o que se necessita, afinal, ele sabe que o excesso de coisas inúteis só atrapalha sua rápida estadia nesse mundo.
Ter senso crítico, procurar ver e entender as falas para além dos discursos proferidos; enxergar as relações sociais para além das aparências; calar-se (por vezes) diante de tantas barbaridades ditas, é deveras um exercício de sabedoria. O sábio cala quando o tolo fala, pois, o primeiro sabe que o segundo cairá por meio do seu próprio discurso.
Se eu tivesse de partir agora o que eu diria? Um dia a mais é um dia a menos, mesmo com todas as conquistas e aprendizados alcançados. Não se detenham com coisas pequenas, fúteis. Coisas que tomam o seu tempo, sua energia e sua alegria. As dores são necessárias, pois nos fazem humanos e nos mostram o quão frágeis somos. Portanto, não perca o melhor de você por causa da pequenez humana; siga seu rumo, sua alegria, mesmo com todas as críticas. Saibam que aquele(a) que sempre o(a) critica pejorativamente o faz pela necessidade de se sentir “superior”, mais importante. Entretanto, a grande dor de alguém assim é esquecer sua própria vida para interferir na de outrem. Não sejamos assim, afinal, o melhor de nós somos nós mesmos, desse modo, sejamos fruto das coisas boas e das boas pessoas que nos cercam. O resto, em grande parte das vezes, é perca tempo.
O mundo não é perfeito, muito menos justo. Acreditar no contrário é ilusório. Algumas vezes ele será duro, outras cruel. Cabe-nos termos ciência disso e ver o quanto podemos suportar.

A questão é: nunca espere flores das pessoas, mas se elas oferecem, aceitem-nas de bom grado, cuide bem delas para que um dia você possa devolvê-las ainda mais lindas. Se lhes oferecem espinhos, mesmo contra sua vontade, arranque-os, cure suas feridas e queime-os para que outros não se machuquem.

Conclusão: só porque o mundo não é perfeito ou as pessoas nem sempre sejam justas, cabe-nos fazer a diferença e oferecer ao mundo um pouco de nosso belo jardim.
Tudo na vida passa, seja a tristeza ou a alegria. A sabedoria reside em vivenciarmos cada situação conforme o propósito de cada momento. A tristeza tem o dom de nos ensinar e nos fazer humildes; já a alegria, por mais efêmera que seja, nos propõem celebrar a vida em sua plenitude momentânea. Assim, sejamos sábios para aprender e agradecermos cada experiência que a vida nos propõe vivenciar.